Residência Multiprofissional em Oncologia e Serviço Social: Tendências e Desafios em Tempos de Pandemia da Covid-19

  • Gabriela Lopes Cardoso Assistente Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
  • Licya Viviane de Sousa Costa Assistente Social da UFRJ. Especialista em Saúde Pública e Direitos Humanos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
Palavras-chave: Internato e Residência/tendências, Oncologia/educação, Educação Continuada, Serviço Social, Pandemias

Resumo

De acordo com o mapeamento da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) de 2018, existem 23 instituições de saúde que possuem como modalidade o Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia, como consta na Lei n.º 11.129, de 30 de junho de 2005, que institui a Residência em Área Profissional de Saúde e cria a Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde (CNRMS). Para os residentes do Serviço Social do hospital oncológico de referência do Brasil, há a necessidade de atualização constantemente nesse momento. Inclusive acerca das informações, as quais, muitas vezes, são instáveis do ponto de vista de permanência e na sua concretude. 

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Publicado
2020-10-01
Como Citar
1.
Lopes Cardoso G, Viviane de Sousa Costa L. Residência Multiprofissional em Oncologia e Serviço Social: Tendências e Desafios em Tempos de Pandemia da Covid-19. Rev. Bras. Cancerol. [Internet]. 1º de outubro de 2020 [citado 5º de agosto de 2021];66(TemaAtual):e-1131. Disponível em: https://rbc.inca.gov.br/revista/index.php/revista/article/view/1131