Novos horizontes da Cardio-Oncologia

Autores

  • Gláucia Maria Moraes de Oliveira Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
  • Marcus Vinicius Bolivar Malachias Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Belo Horizonte (MG), Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2019v65n3.585

Palavras-chave:

Doenças Cardiovasculares, Neoplasias, Mortalidade

Resumo

As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) foram responsáveis por 71% de um total estimado de 57 milhões de mortes ocorridas no mundo em 2016, com 80% das mortes ocorrendo em países de baixa e média rendas. Estimativa semelhante ocorreu no Brasil, com as DCNT respondendo por 74% dos óbitos, e com predomínio das doenças cardiovasculares (DCV), que correspondem a aproximadamente um terço dos óbitos, seguidas das neoplasias, com cerca de um sexto dos óbitos, doenças obstrutivas crônicas, e diabetes. As DCNT partilham fatores de risco comuns, e cabe ressaltar que a abordagem combinada das DCNT e de seus fatores de risco foi considerada um pacote custo-efetivo pela Organização Mundial da Saúde (OMS), requerendo investimento equivalente a 1 dólar per capita nos países de baixa renda, 1,5 nos de baixa e média rendas, e 3 dólares nos de média e alta rendas.

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Publicado

2019-11-01

Como Citar

1.
Oliveira GMM de, Malachias MVB. Novos horizontes da Cardio-Oncologia. Rev. Bras. Cancerol. [Internet]. 1º de novembro de 2019 [citado 22º de janeiro de 2022];65(3):e-05585. Disponível em: https://rbc.inca.gov.br/revista/index.php/revista/article/view/585

Edição

Seção

ARTIGOS DE OPINIÃO