Infusão Calórica e Proteica versus Prescrição Dietética na Terapia Nutricional Enteral do Paciente Oncológico

Autores

  • Mikelly Joanny da Silva Curso de Nutrição da Faculdade Santa Terezinha (CEST). São Luís (MA), Brasil.
  • Thalia de Jesus Souza da Silva Curso de Nutrição da Faculdade Santa Terezinha (CEST). São Luís (MA), Brasil.
  • Jorge Antonio Pavão Cordeiro Sobrinho Curso de Nutrição da Faculdade Santa Terezinha (CEST). São Luís (MA), Brasil.
  • Erika Ribeiro Garcia Universidade Ceuma (Uniceuma). São Luís (MA), Brasil.
  • Maria Tereza Silva de Medeiros Curso de Nutrição da Faculdade Santa Terezinha (CEST). São Luís (MA), Brasil.
  • Thalita Albuquerque Véras Câmara Curso de Nutrição da Faculdade Santa Terezinha (CEST). São Luís (MA), Brasil.
  • Rosângela Maria Lopes de Sousa Universidade Ceuma (Uniceuma). São Luís (MA), Brasil.
  • Alexsandro Ferreira dos Santos Curso de Nutrição da Faculdade Santa Terezinha (CEST). São Luís (MA), Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2021v67n3.1275

Palavras-chave:

Terapia Nutricional, Nutrição Enteral, Neoplasias

Resumo

Introdução: O suporte nutricional no paciente oncológico não se restringe ao cálculo das necessidades nutricionais e à prescrição dietética, é necessário que o volume prescrito seja realmente infundido. Objetivo: Comparar a infusão calórica e proteica com a prescrição dietética em pacientes oncológicos sob terapia nutricional enteral. Método: Estudo retrospectivo, analítico, conduzido em fichas de acompanhamento nutricional de pacientes que estiveram internados durante sete dias no mínimo, exclusivamente sob terapia nutricional enteral por sonda ou ostomia entre janeiro/2009 e dezembro/2012. As fichas que atenderam aos critérios de seleção foram ordenadas alfabeticamente e, aleatoriamente, selecionadas por intervalo de retirada (k=5). Coletaram-se: idade, sexo, localização tumoral, composição nutricional, volume prescrito e aquele infundido da fórmula enteral utilizada. Com estes dois últimos, calculou-se o indicador “prescrição versus infusão”. Os testes t Student, t pareado e qui-quadrado foram aplicados a um nível de significância máximo de 5%. Resultados: Das 120 fichas analisadas, prevaleceram homens (61,7%) com idade média de 58,3±16,8anos. Em 2010, houve maiores médias de diferença entre volume prescrito e infundido (-392,64ml) e calorias prescritas versus infundidas (-528,23cal). Apenas 37,5% dos pacientes receberam um mínimo de 70% do volume prescrito. Conclusão: Houve um inadequado consumo da dieta infundida em relação à prescrita. Sugere-se que intervenções pela equipe multiprofissional em terapia nutricional minimizem as intercorrências encontradas.

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Publicado

2021-07-05

Como Citar

1.
Silva MJ da, Silva T de JS da, Cordeiro Sobrinho JAP, Garcia ER, Medeiros MTS de, Câmara TAV, Sousa RML de, Santos AF dos. Infusão Calórica e Proteica versus Prescrição Dietética na Terapia Nutricional Enteral do Paciente Oncológico. Rev. Bras. Cancerol. [Internet]. 5º de julho de 2021 [citado 16º de maio de 2022];67(3):e-111275. Disponível em: https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/1275

Edição

Seção

ARTIGO ORIGINAL