Biossegurança na Central de Quimioterapia: o Enfermeiro frente ao Risco Químico

Autores

  • Giselle Gomes Borges Universidade Federal Fluminense (MPEA/UFF). Niterói (RJ), Brasil. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
  • Lailah Maria Pinto Nunes Assistencial da Universidade Federal Fluminense (MPEA/UFF). Niterói (RJ), Brasil. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
  • Lia Cristina Galvão dos Santos Universidade Gama Filho. Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
  • Zenith Rosa Silvino Assistencial da Universidade Federal Fluminense (MPEA/UFF). Niterói (RJ), Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2014v60n3.945

Palavras-chave:

Riscos Ocupacionais, Contenção de Riscos Biológicos/enfermagem, Tratamento Farmacológico/enfermagem

Resumo

O conhecimento acerca da biossegurança no ambiente da quimioterapia enfatiza aspectos relacionados ao ambiente e ao uso de EPI. Essa abordagem, embora importante, não deveria ser o único foco, uma vez que nos deparamos na prática principalmente com a baixa adesão ao uso dos EPI resultando em danos a saúde do trabalhador.

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Publicado

2014-09-30

Como Citar

1.
Gomes Borges G, Pinto Nunes LM, Galvão dos Santos LC, Rosa Silvino Z. Biossegurança na Central de Quimioterapia: o Enfermeiro frente ao Risco Químico. Rev. Bras. Cancerol. [Internet]. 30º de setembro de 2014 [citado 8º de agosto de 2022];60(3):247-50. Disponível em: https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/945

Edição

Seção

ARTIGOS DE OPINIÃO