Inadvertent Use of Synthetic Phosphoethanolamine in Brazil: Why Bother?
DOI:
https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2016v62n1.386Keywords:
Drug Approval, Drug Screening Assays, Antitumor/trends, Pharmaceutical Preparations/standards, Neoplasms/drug therapy, Research/trendsAbstract
O câncer ainda é cheio de estigmas, incertezas e medos. No ano de 2015, abriram-se discussões acerca da fosfoetanolamina sintética (PEA-S), fármaco. Grupos de defesa dos pacientes com câncer, familiares, juristas e governantes passaram a debater sobre o uso do fármaco que chegaria como a salvação para todos os pacientes com câncer. Mas como ocorreu a distribuição da PEA-S no país? Qual o processo correto de liberação de uma medicação no Brasil? E, por que a distribuição indevida da PEA-S traz problemas para a população e as discussões acerca do tema mostram uma realidade difícil? Essas são as perguntas que este artigo de opinião busca responder em torno de sua discussão.
