Percepção das Mulheres sobre sua Funcionalidade e Qualidade de Vida após Mastectomia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2018v64n4.198

Palavras-chave:

Neoplasias da Mama, Mastectomia Radical Modificada, Modalidades de Fisioterapia, Qualidade de Vida, Reabilitação

Resumo

Introdução: No Brasil, o diagnóstico do câncer de mama ocorre geralmente em fase avançada, culminando com tratamentos mais agressivos que levam a maiores sequelas funcionais e psicológicas, que interferem negativamente na qualidade de  vida. Objetivo: Compreender e descrever a percepção das pacientes sobre o impacto do tratamento oncológico e a contribuição da fisioterapia na recuperação da sua qualidade de vida e funcionalidade. Método: Trata-se de um estudo qualitativo no qual foram incluídas 29 mulheres submetidas à mastectomia radical modificada, que apresentaram restrição da amplitude de movimento de membro superior. As pacientes realizaram dez atendimentos fisioterapêuticos e, ao final, foram submetidas a entrevistas semiestruturadas, que foram categorizadas em relação aos efeitos do tratamento oncológico, limitações pós-cirúrgicas, conceito de qualidade de vida e impacto do tratamento fisioterapêutico no retorno às atividades de vida diária. Resultados: Após o tratamento, as pacientes relataram melhora da capacidade funcional, emocional e autoestima, possibilitando sua reinserção social e retorno às atividades de vida diária. Conclusão: Por meio dos relatos, foi possível concluir que a reabilitação promoveu resultados positivos na qualidade de vida e funcionalidade e ter uma percepção mais ampla sobre o impacto do adoecimento e do tratamento oncológico no cotidiano dessas mulheres, subsidiando assim caminhos para o aperfeiçoamento do cuidado fisioterapêutico a essa população.

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Publicado

2018-12-31

Como Citar

1.
Fireman K de M, Macedo FO, Torres DM, Ferreira FO, Lou MB de A. Percepção das Mulheres sobre sua Funcionalidade e Qualidade de Vida após Mastectomia. Rev. Bras. Cancerol. [Internet]. 31º de dezembro de 2018 [citado 6º de novembro de 2026];64(4):499-508. Disponível em: https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/198

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ARTIGO ORIGINAL

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