Incidencia de Cáncer de Mama en el Estado de Mato Grosso, 2001 a 2018

Autores/as

  • Ariadne Dara Nascimento Juvenal Dias Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Instituto de Saúde Coletiva. Cuiabá (MT), Brasil. https://orcid.org/0009-0006-7773-4127
  • Noemi Dreyer Galvão Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Instituto de Saúde Coletiva. Cuiabá (MT), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-8337-0669
  • Mônica Bidarra Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Instituto de Saúde Coletiva. Cuiabá (MT), Brasil. https://orcid.org/0000-0003-4713-8050
  • Rita Adriana Gomes de Souza Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Instituto de Saúde Coletiva. Cuiabá (MT), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-0831-9302
  • Alane Andréa Souza Costa Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Instituto de Saúde Coletiva. Cuiabá (MT), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-4626-017X

DOI:

https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2026v72n2.5367

Palabras clave:

Neoplasias de la Mama, Carcinoma Ductal de Mama, Carcinoma de Mama in situ, Incidencia, Demografía

Resumen

Introducción: El cáncer de mama pertenece al grupo de las enfermedades crónicas no transmisibles y es el cáncer más frecuente entre las mujeres en el Brasil. Objetivo: Describir la incidencia de cáncer de mama femenina según características sociodemográficas en Mato Grosso entre 2001 y 2018. Método: Estudio descriptivo con datos del Registro de Cáncer de Base Poblacional de 2001 a 2018. Se tomaron en cuenta los casos nuevos de cáncer de mama femenina según características sociodemográficas diagnosticados en el estado de Mato Grosso, cuya causa subyacente pertenece al Capítulo II de la CIE-10, referente a cánceres (tumores) e identificados por el código C.50 (cáncer de mama). Se calcularon las frecuencias relativas en función de la raza/color de piel, la edad, el estado civil y la educación, así como las tasas medias ajustadas de cáncer de mama por municipio. Resultados: Hubo 7748 nuevos casos de cáncer de mama femenina entre 2001 y 2018. La mayor frecuencia se dio en mujeres pardas (41,9%), de entre 40 y 59 años (53,9%), casadas (25,4%), con educación primaria (9,1%). La categoría sin información para la educación fue del 59,8% y para el estado civil, del 46,9%. En 2001, la tasa ajustada fue de 31,08, mientras que la tasa bruta fue de 23,23 por cada 100 000 mujeres. En 2018, la tasa bruta aumentó un 26% (29,2/100 000 mujeres), mientras que la tasa ajustada disminuyó un 14% (26,63/100 000 mujeres). Conclusión: Los resultados revelaron que el cáncer de mama sigue siendo una de las principales preocupaciones en el estado, con 7748 nuevos casos en 18 años y una tasa media de incidencia de 28,7/100 000 mujeres.

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Citas

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Publicado

2026-03-06

Cómo citar

1.
Dias ADNJ, Galvão ND, Bidarra M, Souza RAG de, Costa AAS. Incidencia de Cáncer de Mama en el Estado de Mato Grosso, 2001 a 2018. Rev. Bras. Cancerol. [Internet]. 6 de marzo de 2026 [citado 7 de marzo de 2026];72(2):e-075367. Disponible en: https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/5367

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