Influencia de la Raza/Color de Piel en los Retrasos en la Atención del Cáncer de Cavidad Oral en el Brasil: El Papel Mediador de la Geografía y la Gravedad Clínica

Autores/as

  • Lidiane de Jesus Lisboa Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva. Feira de Santana (BA), Brasil. https://orcid.org/0000-0001-6546-594X
  • Jean Carlos Zambrano Contreras Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva. Feira de Santana (BA), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-4536-9077
  • Valéria Souza Freitas Uefs, Departamento de Saúde. Feira de Santana (BA), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-7259-4827

DOI:

https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2026v72n3.5630

Palabras clave:

Neoplasias de la Boca, Grupos Raciales, Diagnóstico, Tiempo de Tratamiento, Carcinoma de Células Escamosas de Cabeza y Cuello

Resumen

Introducción: Las disparidades sociales, económicas, culturales y étnico-raciales en el Brasil podrían estar relacionadas con el tiempo transcurrido entre el diagnóstico y el tratamiento del cáncer de cavidad oral en los servicios de salud. Objetivo: Analizar la relación entre la raza/color de piel y los diferentes intervalos de tiempo para el diagnóstico y el tratamiento del cáncer de cavidad oral en los servicios de salud brasileños. Método: Estudio observacional hospitalario, con 12 421 casos recuperados de los Registros Hospitalarios de Cáncer del Brasil. La clasificación étnico-racial se basó en la combinación de categorías de color y raza utilizada por el Instituto Brasileño de Geografía y Estadística. Se aplicaron la prueba de suma de rangos de Wilcoxon, el modelo de regresión de Poisson y el análisis de mediación causal. Resultados: Los registros recuperados presentaron a 6523 (53%) personas blancas y 5898 (47%) personas no blancas. Los grupos mostraron heterogeneidad con respecto a las variables sociodemográficas, clínicas y terapéuticas, pero homogeneidad en cuanto a los principales factores de riesgo para la enfermedad. Se observaron diferencias significativas en todos los puntos clave analizados (p<0,001). Las personas no blancas tienen un intervalo del servicio de salud más largo que el de las personas blancas (mediana de 71 frente a 57 días, respectivamente), y el efecto directo de la raza/color de la piel es significativo (p<0,001) incluso cuando está mediado por la región de residencia o el estadio clínico de la enfermedad. Conclusión: La raza/color de piel tiene un impacto decisivo en los tiempos de espera en los servicios de salud brasileños, donde los individuos no blancos esperan, en promedio, 16,2 días más que los individuos blancos.

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Citas

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Publicado

2026-07-08

Cómo citar

1.
Lisboa L de J, Contreras JCZ, Freitas VS. Influencia de la Raza/Color de Piel en los Retrasos en la Atención del Cáncer de Cavidad Oral en el Brasil: El Papel Mediador de la Geografía y la Gravedad Clínica. Rev. Bras. Cancerol. [Internet]. 8 de julio de 2026 [citado 11 de julio de 2026];72(3):e-145630. Disponible en: https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/5630

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