Detección del Cáncer de Cuello Uterino en el Sistema Único de Salud según Raza/Color de Piel: Desigualdades Regionales en el Brasil (2021-2023)

Autores/as

  • Édnei César de Arruda Santos Junior Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro (IMS). Rio de Janeiro (RJ), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-6956-6139
  • Caroline Madalena Ribeiro Instituto Nacional de Câncer (INCA), Divisão de Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede. Rio de Janeiro (RJ), Brasil. https://orcid.org/0000-0003-2690-5791
  • Beatriz Cordeiro Jardim Instituto Nacional de Câncer (INCA), Divisão de Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede. Rio de Janeiro (RJ), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-3075-2591
  • Gulnar Azevedo e Silva Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro (IMS). Rio de Janeiro (RJ), Brasil. https://orcid.org/0000-0001-8734-2799

DOI:

https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2026v72n1.5430

Palabras clave:

Neoplasias del Cuello Uterino, Tamizaje Masivo/estadística & datos numéricos, Sistema Único de Salud, Sistemas de Información en Salud/estadística & datos numéricos, Grupos Raciales

Resumen

Introducción: El cáncer de cuello uterino es un problema de salud pública que se puede prevenir mediante la vacunación contra el VPH y la detección precoz. Objetivo: Verificar el número de pruebas de detección del cáncer de cuello uterino realizadas y estimar la cobertura de detección en el Sistema Único de Salud (SUS) según la raza/color de piel, en el Brasil, regiones y capitales de residencia. Método: Estudio descriptivo con datos del Sistema de Información sobre el Cáncer en mujeres de 25 a 64 años atendidas en el SUS entre 2021 y 2023. La cobertura de detección se calculó a partir del número de mujeres examinadas en el grupo de edad objetivo (25-64 años) registrado en este sistema, dividido entre la población de mujeres usuarias exclusivas del SUS en el mismo grupo de edad y multiplicado por 100 en el Brasil, regiones y capitales de residencia. Resultados: Se observó un aumento en el número de exámenes registrados y una reducción del 84,7% de los exámenes sin información sobre el color de piel a lo largo del período. La cobertura de detección entre las mujeres de 25 a 64 años fue del 39,03% en el Brasil. Las mujeres blancas presentaron una mayor cobertura (43,71%) en comparación con las no blancas (36,20%) y las indígenas (37,58%). Entre las regiones, las mayores coberturas se observaron en el sudeste y el sur para las mujeres blancas, en el norte, el nordeste y el sudeste para las no blancas y en el norte, el centro- oeste y el sur para las indígenas. Las capitales reflejaron el patrón regional. Conclusión: Existen diferencias raciales y regionales en la realización de las pruebas de detección, lo que aumenta la vulnerabilidad de las mujeres no blancas e indígenas.

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Citas

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Publicado

2025-12-19

Cómo citar

1.
Santos Junior ÉC de A, Ribeiro CM, Jardim BC, Silva GA e. Detección del Cáncer de Cuello Uterino en el Sistema Único de Salud según Raza/Color de Piel: Desigualdades Regionales en el Brasil (2021-2023). Rev. Bras. Cancerol. [Internet]. 19 de diciembre de 2025 [citado 8 de enero de 2026];72(1):e-215430. Disponible en: https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/5430

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