Temozolamida

Autores

  • Henry Najman Médico. Instituto Nacional de Câncer, Hospital do Câncer I. Rio de Janeiro, RJ - Brasil.
  • Maria Inez Pordeus Gadelha Médica. Instituto Nacional de Câncer, Hospital do Câncer I. Rio de Janeiro, RJ - Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2002v48n3.2220

Palavras-chave:

Temozolamida, Astrocitoma, Glioma, Oligodendroglioma, Melanoma, Oligoastrocitoma, Neoplasias Cerebrais, Quimioterapia

Resumo

A temozolamida (TMZ) pertence a uma nova classe de agentes alquilantes, como um derivado da imidazotetrazina. A TMZ é uma substância de baixo peso molecular, sendo 100% absorvida por via oral, e praticamente toda ela deverá ter sido eliminada após 8 horas da ingestão. Devido a esta rápida eliminação e ao seu mecanismo de ação, a TMZ tem risco reduzido de ser tóxica para a medula óssea. Por outro lado, em sendo uma substância lipofílica, a TMZ atravessa a barreira hemo-encefálica, o que a faz alcançar tumores cerebrais. Este medicamento apresenta atividade contra alguns tumores sólidos e tem sido investigada para tratamento de gliomas de alto grau, incluindo o Astrocitoma anaplásico (AA), o Glioblastoma multiforme (GBM), gliomas de baixo grau e o Melanoma maligno metastático (MM). Com a presente revisão bibliográfica, evidenciou-se ausência de bases técnicas e científicas que permitam considerar o TMZ um tratamento padrão dos tumores cerebrais ou do melanoma maligno metastático.

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Publicado

2002-09-30

Como Citar

1.
Najman H, Gadelha MIP. Temozolamida. Rev. Bras. Cancerol. [Internet]. 30º de setembro de 2002 [citado 1º de fevereiro de 2023];48(3):439-45. Disponível em: https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/2220

Edição

Seção

REVISÃO DE LITERATURA

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